



Se você tem acompanhado os posts sobre timidez, já deve saber que as crenças estão presentes em uma parte profunda do nosso ser, bem nas raízes.
As nossas crenças ajudam a definir quem somos e nossa maneira de enxergar o mundo e o que acontece ao nosso redor.
Ao longo da nossa vida, surgirão situações que não gostaríamos de enfrentar e desafios. As crenças têm uma ligação direta na maneira como vamos encarar tudo isso.
Se você tem crenças positivas, de crescimento, é muito mais provável que você encare desafios com força, coragem, se temer nem se abater diante dos problemas.
Já se você tem crenças mais negativas, pessimistas, é provável que você seja uma pessoa que não consegue concluir as coisas ou, até mesmo, realizar tudo o que gostaria.
As crenças podem ser hereditárias, sociais e pessoais. As hereditárias são aquelas que seus pais e sua família acabam passando para você, consciente ou inconscientemente (um exemplo de crença hereditária comum é que é preciso se matar de estudar e trabalhar para conquistar algo na vida)
Já as crenças sociais são aquelas que a mídia e a sociedade compartilham. Por exemplo: que a noite é perigoso sair na rua, ainda mais se for uma mulher sozinha. Já as crenças pessoais são aqueles pensamentos (bons ou não) que você adotou como verdade para si (por exemplo: “eu nunca conseguiria cursar medicina” ou “eu sou capaz de fazer tudo que eu quiser).
Perceba como os últimos dois exemplos são bem distantes e opostos um do outro. É porque uma crença é limitante, e a outra é de crescimento. Crenças limitantes costumam estar enraizadas no nosso eu, e como o nome já diz: limita o seu potencial, pois te faz acreditar que não é merecedor, não é capaz, não é bom o suficiente. O que, obviamente, não é verdade.
Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.
Henry Ford
Vamos supor uma coisa: duas pessoas querem se tornar modelo de passarela. Uma acredita que é capaz e a outra não. As duas se esforçam, mas quem você acha mais provável de conseguir o objetivo? Pois é, a pessoa que crê que é capaz.
E o que tudo isso tem a ver com a timidez?
Uma pessoa que acredita que a timidez nasceu com ela, que é uma condição imutável e que faz parte dela, tem uma crença limitante, o que torna muito mais difícil para ela vencer a timidez.
Já uma pessoa que tem consciência de que a timidez é só o reflexo comportamental de inseguranças e consequências do que ela viveu ao longo dos anos e que é possível vencê-la, tem muito mais probabilidade de conseguir superar a timidez.
Mas e se você percebeu com esse texto que tem crenças limitantes, o que fazer?
Calma. Para tudo na vida há um jeito. Por mais enraizada e limitante que seja a sua crença, é possível mudá-la.
Não digo que é simples ou fácil, mas é possível mudá-la.
E de que forma? Isso e muito mais eu ensino no meu método CAP, que desenvolvi depois de ter conseguido vencer a timidez.
O método CAP é a base do meu curso Treinamento Fim da Timidez, que vai te ajudar a superar a timidez assim como eu fiz.
Se você quer saber mais sobre como vencer a timidez, continue acompanhando os posts aqui (mais completos) e no Instagram. Também tenho uma playlist completa com vídeos no YouTube que pode te ajudar a enfrentar a timidez.

