Por que comecei a escrever?

Basicamente, para responder essa pergunta, primeiro é preciso eu falar um pouco sobre minha história com os livros.

Desde quando eu era criança, minha mãe me presenteou com livros. Ela achava o hábito da leitura importante e as revistinhas em quadrinhos eram mais baratas que outros brinquedos. Quando eu era menor ainda, ela lia para eu dormir, me contava muitas histórias (que eu amava repetir minhas favoritas).

Então, eu cresci tendo os livros na minha vida. Considero que Harry Potter foi a primeira série de verdade que li completa (e me apaixonei), seguida pela série Crepúsculo, na adolescência. Alguns livros marcam a gente ou a nossa história de vida, e comigo não foi diferente.

Depois de ler tantos outros livros, minha imaginação começou a criar as próprias histórias, muitas vezes alterando coisas que eu não tinha gostado nos livros, me inspirando para contar o enredo de outra forma ou simplesmente tirando as ideias do meu subconsciente.

A partir desse momento, comecei a querer escrever minhas próprias histórias, sem ainda nem sonhar em publicar nada.

Eu comecei, escrevendo em um dia, parando por cinco, voltando a escrever… Sem pressão, sem uma ideia fixa. A primeira história se formou na minha cabeça e passei para o papel: uma família de formigas fugia em um balão dos seus adversários em uma cidadezinha. A Paloma de uns 8 anos ficou muito orgulhosa dessa história, que escreveu a mão, e acabou perdida no tempo entre as folhas amareladas de um caderno qualquer.

Dizer que não parei mais de escrever seria mentira. A adolescência chegou, junto com várias mudanças e novos interesses. Eu descobri o que eram os jogos de computador e fiquei apenas nesse universo por alguns anos, imersa nas possibilidades de uma vida paralela (meus jogos favoritos eram – e ainda são – os de MMORPG, em que fazemos um personagem e seguimos com ele até quando quisermos, tendo quase uma outra vida, só que virtual).

Mas, em algum momento, só jogar se tornou chato, previsível e repetitivo. Acabei desvendando o “sistema” do jogo que te prende a ele, e percebi quanto tempo tinha perdido ali. Estava na hora de fazer outra coisa. Foi então que minha antiga paixão ressurgiu, tímida e pouco lustrada.

Foi então que comecei a escrever um pouco mais “pra valer”, mas ainda sem pretensão de publicar. E o primeiro livro que escrevi foi o Nova Era, mas isso fica para outro post.


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Meu propósito é escrever histórias transformadoras!

Publicado por Paloma Brito

Sou taurina, formada em jornalismo, e tenho um super poder, que é dedicação. Eu me esforço para um dia viver apenas da minha capacidade de imaginar, criar e contar histórias. Acredito que a leitura pode mudar as pessoas, e as pessoas são capazes de mudar o mundo. Por isso o meu propósito é escrever histórias transformadoras! ♡

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